Viajar, com certeza nos deixa mais ricos, mais cultos, mais sábios. Conhecer lugares, pessoas, culturas, línguas diferentes deveria fazer parte da nossa rotina. Na verdade é muito mais simples e fácil do que muitas pessoas imaginam. Eu, por exemplo, nunca pensei que poderia um dia amar tanto sair de casa até o aeroporto com aquele frio na barriga de não saber (na prática) o que te espera por lá. Digo na prática, porque hoje, com a tecnologia, bem antes de pisarmos no nosso destino já estamos sabendo tudo sobre a cidade. Tudo mesmo! Linhas de ônibus, metrô, restaurantes legais, parques, como não se deixar levar pela conversa fiada de um ou outro taxista, os dialetos, manias dos 'nativos', enfim... Fiquei impressionado como não tive que pedir informação a ninguém quando fui a São Paulo sozinho (mas essa eu vou contar em uma postagem a parte).

E como tudo começou?

E como tudo começou?
Para responder essa pergunta tenho que falar da foto. Bom, decidi colocá-la pois foi a minha primeira vez no mar. Como diz a expressão por aí, parecendo "pinto no lixo". A partir daí o sentimento de amor por viagens começou a despertar. Amo o lugar onde moro, mas conhecer cidades novas faz parte da vida... Viver essa vida, desde então, foi uma prioridade pra mim. Quanta felicidade em desbravar o desconhecido! É tão bom a sensação que uma viagem desperta dentro da gente. Nosso cérebro libera uma substância chamada endorfina, que é a mesma de quando comemos chocolate (humm). Com essa substância vem a sensação de bem estar, felicidade. Aquele sentimento de que valeu a pena estudar tanto, valeu a pena trabalhar tanto. O que pode recompensar mais do que uma descarga de endorfina? Heim? Haha, não sei.
Viajar é preciso e vale a pena.
Até a próxima
o/
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